Cientistas da Universidade de Pavia, na Itália, afirmaram esta semana que a paixão dura em média um ano. Passado esse período, as proteínas neurotrofinas do nosso organismo diminuem e voltam ao seu nível normal.
Os italianos acreditam que esse componente químico de nosso corpo é responsável por deixar os seres humanos apaixonados. O aumento dessas proteínas está intimamente ligado aos sentimentos de euforia e dependência que surgem no início das relações.
A pesquisa analisou as alterações dos níveis dessa proteína na corrente sangüínea de 58 homens e mulheres, na faixa etária dos 18 aos 31 anos, considerando relacionamentos de curta e longa duração. O grupo de controle era formado por solteiros.
O resultado, publicado no jornal especializado Psychoneuroendocrinology, provou que os índices dessa proteína se normalizam doze meses depois do início do namoro.
