Cientistas do Kennedy Center for Research on Human Development Vanderbilt Vision Research Center y Center for Integrative & Cognitive Neuroscience descobriram uma região do cerebro possivelmente responsável do velho ditado:"olhos que não vêm coração que não sente"ou "fora da vista fora da mente".
Segundo as conclusões do estudo publicado na última edição "Nature" a quantidade de informação que as pessoas podem recordar de uma cena visual é extremamente limitada e a fonte deste limite pode descansar no córtex parietal posterior do cérebro.
A memória visual a curto prazo é uma componente chave de muitas funções percentuais e cognitivas e está reforçada por uma larga rede neuronal, se bem que a sua capacidade de armazenamento é limitada indicam os especialistas.
Neste novo estudo, os investidores mostram que a capacidade de armazenamento de recordações visuais a curto prazo é extremamente limitada e que estas recordações se associam primariamente com uma destas regiões: o córtex parietal posterior de cérebro
Nestas experiências foram usadas ressonâncias magnéticas para examinar as regiões cerebrais que se iam ativando nas mudanças no fluxo sangüíneo e na oxigenação destas regiões à medida que uma série de pessoas realizavam provas de memória visual. Os participantes viam umas imagens que continham entre uma a oito objetos coloridos.
Depois de um dia ou um segundo depois das provas perguntava-se sobre a imagem que tinham acabado de ver. Normalmente as pessoas recordavam bem todos os objetos nas cenas observadas que continham quatro ou menos objetos e começavam a cometer erros na altura de descrever imagens com um maior número de objetos, o que indica que a capacidade de armazenamento de memória visual a curto prazo é de aproximadamente quatro.
