Como tornar a espera, na ante sala do médico, menos angustiante?

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Conheça 07 sugestões da C+ A Arquitetura de Interiores, que apresenta na Casa Cor São Paulo o ambiente Espera do Consultório-Lincx

O paciente entra na sala de espera tenso. Em algumas ocasiões, apreensivo, em função do diagnóstico, ou abatido, devido a dores constantes que o incomodam. Ele sabe que terá que esperar para receber a atenção do médico. Será chamado dentro de alguns minutos, se a agenda de atendimentos não estiver atrasada. Senta-se no espaço vago do sofá, que não é individualizado, se incomoda com o barulho da televisão alta, decide tomar um cafezinho para ajudar a matar o tempo, mas percebe que a bebida está fria e amarga. Opta, então, por ler uma revista e se depara com publicações do Carnaval de 2007... Enquanto espera, muito provavelmente pensa: “há poucas coisas tão desconfortáveis quanto uma sala de espera...”.
“Essa cena, corriqueira em alguns consultórios médicos, nos mostra uma oportunidade única: a de transformar ‘as antigas salas de espera’ em espaços atuais, projetados para serem funcionais e ao mesmo tempo aconchegantes. Através do design, é possível transmitir o cuidado no acolhimento deste paciente e ainda aproveitar para fidelizá-lo à sua clinica ou ao seu consultório”, defende a arquiteta Ana Carolina M. Tabach, diretora de projetos da C + A Arquitetura e Interiores.
 01)  Ofereça informação de qualidade
A sala de espera do consultório deve ser projetada de forma a oferecer “algo a mais” para seus usuários, neste caso, o foco é oferecer conforto ao paciente e aos acompanhantes. “Ao invés da TV em um volume alto e incômodo e com uma programação que nem sempre agrada a todos, é importante ter luz natural nestes ambientes, com vista para o skyline da cidade, ou, se possível para um jardim externo. Também podemos criar um suporte adequado e diferenciado para oferecer folhetos explicativos e matérias com informações sobre programas de saúde preventiva, de preferência na especialidade do médico. Estes detalhes do projeto fazem a diferença”, diz a arquiteta Ana Carolina Tabach.
Os folders podem informar, por exemplo, a utilização das novas tecnologias na especialidade médica em questão, além de trazer diferentes informações sobre doenças – causas, sintomas, diagnóstico e, principalmente, tratamento. Os folhetos podem ser comprados prontos ou desenvolvidos pelo próprio médico. Revistas e livros sobre temas relacionados à especialidade tratada no consultório também são opções para que os pacientes descubram novidades, doenças e tratamentos. Livros são sempre muito consultados, desde que não sejam estritamente técnicos.
Uma alternativa para quem optar pela colocação da TV na sala de espera é fazer um vídeo educativo de curta duração com cirurgias e exames preventivos. Na verdade, o que importa é o bem-estar de quem está no local.
02)  Planeje bem a iluminação
Além de iluminar, o projeto de luminotécnica dos ambientes de saúde deve contemplar também o estudo do impacto dos efeitos biológicos e psicológicos da luz sobre o usuário.  “Devemos considerar ainda as características específicas das atividades e procedimentos médicos, dos equipamentos e tecnologias utilizados no consultório e as suas demandas de luminosidade”, explica a arquiteta Ana Paula Naffah Perez, diretora de projetos da C+A Arquitetura e Interiores.

O clima tropical do Brasil proporciona condições para um maior aproveitamento da luz natural no interior das edificações. “A iluminação natural traz diversos benefícios para a saúde, além de proporcionar a sensação psicológica do tempo, tanto cronológico quanto climático. A luz artificial, necessária à noite e nos dias nublados, deve ser vista sempre como uma complementação e nunca como uma substituição da luz natural”, destaca Perez.

“No ambiente que criamos na Casa Cor, a iluminação é um elemento arquitetônico essencial. Foi pensada para valorizar o espaço de convivência do médico com o paciente, tornando-o mais acolhedor. Trabalhamos com elementos atuais, para criar diferentes cenas para o espaço, valorizando cada detalhe do projeto. Destaque para os pendentes italianos Aqua Cil, instalados sobre a bancada da recepção, que são do designer inglês Ross Lovegrove, comercializados no Brasil pela Dominici. Essa peça foi lançada na Eurolucce de Milão deste ano. Esta luminária não emite apenas luz, internamente, o difusor reflete ondas para fora de maneira ampla. Externamente, sua superfície espelhada reflete e desmaterializa o caráter físico do objeto”, detalha a arquiteta.
 03)  Escolha cores apropriadas
As pesquisas e estudos sobre o uso das cores nos ambientes de saúde têm, continuamente, reforçado o quanto estes elementos podem contribuir para o conforto e recuperação dos pacientes. “A cor pode ser entendida como uma poderosa linguagem que afeta não apenas as sensações psicológicas, mas também desperta os sentidos e a percepção do espaço, influenciando no estado de espírito das pessoas. A utilização de referências cromáticas na ambientação dos espaços de saúde é uma prática incontestável”, informa Ana Carolina M. Tabach.
 
As diferentes sensações provocadas pelas cores podem ser utilizadas para valorizar ou mesmo incrementar um ambiente. “As cores mais suaves e neutras podem trazer sensações de tranqüilidade e conforto, já cores mais intensas e quentes podem dar mais vida e energia ao ambiente. Também é possível utilizar cores combinadas, criando brincadeiras com listras, arabescos ou formas geométricas, tornando os espaços mais alegres e divertidos”, explica Tabach.
04)  Pense no conforto
Nos edifícios de assistência à saúde, onde é freqüente a ocorrência de situações críticas e estressantes, envolvendo relações interpessoais e indivíduos com algum grau de sofrimento físico e/ou psíquico, os fatores ambientais que definem as condições de conforto assumem responsabilidade significativa durante o desenvolvimento do projeto arquitetônico.

Enquanto espera pelo atendimento médico, é muito importante que o paciente esteja acomodado num local confortável, para evitar que o seu mal estar e a sua ansiedade aumentem. “No nosso ambiente na Casa Cor São Paulo – Espera do Consultório-Lincx –  procuramos refletir esta preocupação. O design arrojado e contemporâneo dos móveis, com suas formas orgânicas e arredondadas, bem como a escolha de cores neutras - com destaque para uma única cor: o amarelo - imprimem personalidade ao projeto e deixam o ambiente muito confortável”, conta a arquiteta Ana Paula Naffah Perez.
05)  Disponibilize o acesso à Internet
Como vivemos numa era de hiperconectividade, a sala de espera pode oferecer computadores com acesso à internet, com o site da clínica como página inicial, ou mesmo uma rede wireless. “A tendência é que cada vez mais as salas de espera de consultórios e clínicas tenham espaços exclusivos para os pacientes e acompanhantes acessarem a internet, por isso, sempre procuramos criar um local adequado para acesso à rede em nossos projetos, além de optarmos por mobiliários adequados e ergonômicos”, informa a arquiteta Ana Paula Naffah Perez.
06)  Sobre bebidas e comidas
A rigor, nenhuma clínica ou consultório médico é obrigado a fornecer bebidas ou comidas para os pacientes. Entretanto, a partir do momento em que esta opção é feita, tudo o que for servido deve refletir a preocupação e o cuidado do médico com os seus pacientes. Consultórios e clínicas que atendem pacientes diabéticos, gestantes e idosos devem sempre contar com um estoque de alimentos apropriados, que possam ser oferecidos sem causar problemas.
A escolha da água, do café, do chá, do suco ou de um lanche rápido deve ser feita levando em conta a qualidade destes produtos. Para adotar um parâmetro real, o médico deve servir na clínica o mesmo produto/ marca que ele consome em casa. O cuidado, aqui, se estende às louças, copos, bandejas, tudo deve ser escolhido para reforçar o lado positivo desta prestação de serviços. “Para acomodar de maneira convidativa água e café, sempre projetamos uma bancada, ou um carrinho que comporte uma bandeja e demais acessórios necessários, com fácil acesso aos pacientes e acompanhantes”, diz a arquiteta Ana Paula Naffah Perez.
07)  Cuide da sua comunicação visual
Os elementos gráficos da comunicação visual devem apresentar clareza de leitura, precisão, objetividade, dimensões adequadas e harmonia com o ambiente onde estejam inseridos. Devem permitir a percepção a distância sem, no entanto, interferir nos elementos arquitetônicos do espaço. “Outro aspecto significativo refere-se ao design e cores propostos, que devem estar em sintonia com os revestimentos e mobiliários especificados. Também é preciso projetar um sistema de sinalização com boa relação custo/benefício, que não inviabilize a sua implantação”, informa a arquiteta Ana Carolina Tabach.
Sobre a C+A Arquitetura

A C+A Arquitetura e Interiores está em São Paulo, capital. Desenvolve projetos de arquitetura criativos e inovadores, com foco nas áreas residencial, comercial, saúde e interiores. Há dez anos, tem como valores fundamentais que norteiam sua atuação o profissionalismo e o comprometimento com a entrega de projetos com alto nível de qualidade técnica. As arquitetas Ana Paula Naffah Perez e Ana Carolina M. Tabach estão à frente da equipe que congrega, hoje, mais de 10 profissionais. Conheça um pouco mais do trabalho destas profissionais, acessando: www.caarquitetura.com.br <http://www.caarquitetura.com.br> . Conheça o blog das arquitetas: http://www.anasnacasacor.blogspot.com e o flickr também: http://www.flickr.com/photos/anasnacasacor
 
 
INFORMAÇÕES E ENTREVISTAS:
 
Assessoria de Imprensa C+A Arquitetura de Interiores:
Márcia Wirth
(11) 3791-3597/ 9394-3597
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Source: Excelência em Comunicação na Saúde
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